terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Audiência Pública discute criação do Dia do Evangélico e Dia da Cultura Evangélica em Araci
Audiência Pública discute criação do Dia do Evangélico e Dia da Cultura Evangélica em Araci

03 de out de 2014
03 de out de 2014
Aconteceu na noite desta última quinta-feira (02 de outubro de 2014) na Câmara de Vereadores de Araci, uma Audiência Pública para discutir o Dia do Evangélico e o Dia da Cultura Evangélica no município de Araci.
A iniciativa foi do vereador Jefson Carneiro que representa a classe na Casa Legislativa. Centenas de evangélicos lotaram o auditório e participaram da discussão. A mesa foi formada pelo então vereador Jefson, o presidente da Câmara, José Augusto, Prefeito Silva Neto, Primeira Dama Rita Adriana, Vice-Prefeita Keinha, Radialista José Socorro, Gildalti Moura e o Pastor Rogério que representou toda a classe cristã. Ainda se fizeram pastores da Igreja Evangélica Avivamento Bíblico, Assembléia de Deus, Igreja Presbiteriana e Igreja Quadrangular.
Em sua fala, o Prefeito garantiu que assim que o Projeto for aprovado pelos vereadores, a sanção acontecerá instantaneamente.
Segundo o Pastor Rogério da Primeira Igreja Batista, no município de Araci já são mais de 5 mil evangélicos e a cada dia esse número aumenta. “É uma classe social e religiosa muito importante para o país, que pratica sua fé e coloca Deus através de Jesus Cristo no centro de tudo. Quantos e quantos eram ladrões, viciados em drogas e hoje pela graça de Deus estão libertos e buscam seguir uma vida íntegra e agradável a Deus?”, disse o pastor.
No Brasil o número de evangélicos aumentou 61,45% em 10 anos, segundo dados do Censo Demográfico divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2000, cerca de 26,2 milhões se disseram evangélicos, ou 15,4% da população. Em 2010, eles passaram a ser 42,3 milhões, ou 22,2% dos brasileiros. Em 1991, o percentual de evangélicos era de 9% e, em 1980, de 6,6%.
Fonte: http://www.avozdocampo.com/noticias/religiao/audiencia-publica-discute-criacao-do-dia-do-evangelico-e-dia-da-cultura-evangelica-em-araci
segunda-feira, 14 de março de 2016
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
Pastores criticam “elementos judaizantes” entre evangélicos e lembram alerta de Paulo aos Gálatas
VEJA O VÍDEO ACIMA E LEIA O TEXTO ABAIXO:
A carta do apóstolo Paulo aos cristãos da Galácia contém, dentre alguns aspectos, uma preocupação com a presença de elementos da religião judaica entre os fiéis da Igreja Primitiva. Esse aspecto da carta paulina aos gálatas foi parte de um debate promovido pela TV Gazeta de Rio Branco (AC), com a presença líderes evangélicos, como os pastores Paulo Siqueira e Renato Vargens.
Siqueira, que é um dos integrantes do movimento Voltemos ao Evangelho Puro e Simples, destaca que Paulo se preocupou em destacar “o Evangelho de Cristo” em detrimento de “outros evangelhos” que começavam a surgir entre os cristãos da época.
Sobre a presença de “outros evangelhos” que surgem, de tempos em tempos, entre os cristãos, o pastor Renato Vargens observou que “a história sempre se repete”, e por isso, a Bíblia se mantém relevante.
“A Bíblia é atemporal e supratemporal, ultrapassa o tempo. Os problemas de Paulo que abalaram a Igreja da Galácia, de certa forma, mas também são problemas que tem abalado hoje a Igreja brasileira. Você vê, por exemplo, Paulo combatendo o legalismo, o cristianismo judaizante, a ideia central de que o sujeito poderia obter a Salvação somente se ele observasse alguns preceitos da lei. Quando você chega nos dias de hoje, você percebe que as mesmas perspectivas judaizantes que Paulo combateu, são as perspectivas que nós hoje precisamos combater também”, comentou Vargens.
Essa referência a movimentos em igrejas neopentecostais pode ser aplicada à Igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, que tem buscado simbologias e rituais no judaísmo como forma de inovar e emprestar legitimidade ao seu discurso.
“A grande percepção é de que o crente precisa envolver-se com os pressupostos culturais do judaísmo. Nessa perspectiva, as festas que os judeus participavam, têm sido importadas para a igreja evangélica brasileira. Então, se você celebrava a Páscoa, Tabernáculos, ou outro qualquer tipo de festa, isso precisa ser vivenciado também… Elementos, por exemplo, como a Arca da Aliança – que na época de Jesus e de Paulo já tinha desaparecido – têm sido resgatados por esse pessoal [neopentecostal] – que a colocam no templo, acreditando que de certa forma, ela representa a presença de Deus, quando do ponto de vista neotestamentário isso não é possível”, acrescentou Vargens.
FONTE: http://noticias.gospelmais.com.br/pastores-criticam-elementos-judaizantes-evangelicos-80314.html
ISRAEL DÁ IMPORTANTE PASSO AO CUMPRIMENTO DAS PROFECIAS - LEIA ABAIXO
Israel aprova retorno de judeus da Etiópia ao país; Medida seria o cumprimento de profecias
O governo de Israel resolveu dar sinal verde para a entrada de aproximadamente nove mil judeus etíopes no país, e a decisão vem sendo vista como o cumprimento de profecias do Velho Testamento.
A permissão foi votada no último domingo, 15 de novembro, e os membros do gabinete foram unânimes na decisão a favor da imigração do grupo de judeus da Etiópia, conhecidos como Falash Mura.
O processo deverá levar cinco anos, com os judeus etíopes precisando se submeter a um processo de conversão ao judaísmo, segundo informação do Ministério do Interior. Essa parte não deverá ser um problema, já que ao longo de quase três mil anos, esse grupo manteve sua fé e identidade — eles falam hebraico e guardam o Shabat — lutando contra a fome, a seca e guerras tribais.
De acordo com a agência Reuters, acredita-se que os judeus negros da Etiópia façam parte de uma das 10 tribos perdidas quando da invasão dos assírios, e que seus ancestrais remontariam ao rei Salomão e à rainha de Sheba (Sabá).
Apenas em 1975 esses judeus foram reconhecidos pelo Estado de Israel como descendentes de uma dessas tribos que haviam sido perdidas. “Hoje demos uma decisão importante, para trazer a Israel nos próximos cinco anos, a última das comunidades com ligações a Israel de Adis Abeba e Gonder [Etiópia]”, afirmou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
Esse último grupo ficou em campos de trânsito na Etiópia por anos, aguardando autorização para imigrarem. A primeira vez que judeus negros etíopes foram levados para Israel aconteceu nos anos 1980, e atualmente cerca de 135 mil deles vivem no país.
Profecias
O colunista do Gospel+ e editor do Holofote.Net, Paulo Teixeira, comentou a notícia e relembrou as profecias do Velho Testamento sobre o retorno a Israel de judeus: “A dispersão dos judeus pelas nações já havia sido dita por Deus por meio do profeta Ezequiel, mas Deus também prometeu o retorno […] Isto é mais um sinal de que se aproxima a Segunda Vida do Messias. Maranata!”,escreveu Teixeira.
“E o rei da Assíria transportou a Israel para a Assíria; e os fez levar a Hala e a Habor, junto ao rio de Gozã, e às cidades dos medos” 2 Reis 18:11.
VEJA O TEXTO BÍBLICO DE EZEQUIEL 36:18-24
“Por essa razão derramei sobre eles a minha ira, porque eles derramaram sangue na terra e porque se contaminaram com seus ídolos. Eu os dispersei entre as nações, e eles foram espalhados entre os povos; eu os julguei de acordo com a conduta e as ações deles. E, por onde andaram entre as nações, eles profanaram o meu santo nome, pois se dizia a respeito deles: ‘Esse é o povo do Senhor, mas assim mesmo ele teve que sair da terra que o Senhor lhe deu’. Tive preocupação com o meu santo nome, o qual a nação de Israel profanou entre as nações para onde tinham ido. Por isso diga à nação de Israel: ‘Assim diz o Soberano Senhor: Não é por causa de vocês, ó nação de Israel, que vou fazer essas coisas, mas por causa do meu santo nome, o qual vocês profanaram entre as nações para onde foram. Mostrarei a santidade do meu santo nome, o qual foi profanado entre as nações, o nome que vocês profanaram no meio delas. Então as nações saberão que eu sou o Senhor, palavra do Soberano Senhor, quando eu me mostrar santo por meio de vocês diante dos olhos delas. Pois eu os tirarei das nações, os ajuntarei do meio de todas as terras e os trarei de volta para a sua própria terra” -Ezequiel 36:18-24.
FONTE: http://noticias.gospelmais.com.br/israel-aprova-retorno-judeus-etiopia-pais-80317.html
Pastor Yago Martins: "Casamento gay não existe"
“Casamento gay não existe”, diz pastor; Vídeo da explicação viralizou nas redes sociais; Confira assistindo o vídeo acima e leia o que se segue:
As discussões em torno do casamento entre pessoas do mesmo sexo são uma constante na sociedade atual, com ativistas LGBT transformando preferências sexuais em bandeiras políticas.
A sociedade brasileira, assumidamente conservadora, assiste às discussões de forma tolerante, mas cada vez mais tem optado por opinar sobre o tema quando surgem oportunidades. Nesse contexto, um vídeo do teólogo e pastor Yago Martins, falando sobre a origem do casamento e a impossibilidade de uma “união consensual afetiva” entre pessoas do mesmo sexo ser comparada ao matrimônio, superou a marca de 2 milhões de compartilhamentos no Facebook.
Em sua explanação, Martins destaca que o conceito de casamento e família é anterior ao Estado, e portanto, os governos não podem interferir naquilo que é um dos pilares da sociedade e que inclusive contribuem de forma decisiva para a manutenção dele próprio.
“É um assunto muito amplo e muitas coisas poderiam ser ditas sobre isso. Mas eu tenho que começar chocando. O meu ponto é simples: casamento gay não existe e não importa o que o governo tente fazer para nos dizer que existe. Ele não tem autonomia para gerenciar, decidir o que o casamento é ou não é […] Antes de tudo, o matrimônio é uma estrutura que vem da ordem da criação. Ele vem da ordem natural das coisas. O governo / Estado não inventou o casamento. Ele só reconheceu o casamento, porque a Família é anterior ao Estado”.
Ao longo de sua fala, Yago Martins destaca ainda que é preciso ficar atento às discussões que são subsequentes à grita pela oficialização do casamento gay, pois a seu ver, quando se elimina o requisito de gêneros diferentes para que duas pessoas se casem, a barreira seguinte a ser eliminada é a de número, que poderá dar origem a movimentos pedindo a legalização da poligamia.
FONTE: http://noticias.gospelmais.com.br/casamento-gay-nao-existe-pastor-confira-explicacao-80290.html
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