sábado, 31 de maio de 2014

Vamos orar por Maya, filha da dor e da esperança na prisão no Sudão

Wani Daniel,cidadão norte-americano, esposo de Meriam Ibrahim, declarou a The Telegraph em uma entrevista recente que está indignado pelo tratamento que recebe sua esposa enquanto esta na prisão de mulheres de Omdurman, no norte de Cartum, no Sudão. “Eles a matem com as pernas acorrentadas”.
Após o nascimento da filha do casal de fé cristã ortodoxa, eles a colocaram o nome de Maya. Eles têm outro filho de dois anos.
Wani explica que nos primeiros dias as autoridades local lhe negaram a permissão de ver a sua filha, mas já lhes permitiram a entrada na prisão, e por alguns breves momentos pode estar junto com sua esposa e sua filha.
No entanto, é uma experiência extremamente amarga para ambos os pais, especialmente para Meriam que vive com a possibilidade de não ver o crescimento de sua filha, se for executada a condenação de morte por enforcamento, que pesa sobre ela por crer em Jesus Cristo.
O tribunal da capital sudanesa, Cartum, acusada Meriam de dois crimes: apostasia e adultério, por ter se convertido ao cristianismo e se casar com um cristão. Para apostasia receberá a pena de morte por adultério, cem chicotadas.
O tribunal também concordou em adiar a execução  por dois anos, para que ela possa dar à luz e amamentar sua filha. Depois, será executada a menos que o apelação feita consiga mudar a sentença.
De acordo com a lei muçulmana, o casamento entre alguém que é um muçulmano e uma pessoa cristã não é legalmente reconhecida e, portanto, os filhos dessa ligação são considerados ilegítimos. Esta é a razão que o outro filho do casal, que tem apenas 20 meses, também está preso.
O marido dela não foi condenado por falta de provas e porque é ele é cristão desde quando nasceu e se casou com ela quando ela tinha se convertido. Já a mulher é filha de um muçulmano, mas foi criada por sua mãe procedente de Níger na religião cristã. O júri a considera muçulmana, já que a religião é transmitida através da figura paterna. Eles lhes deram três dias para renunciar à sua fé e voltar ao islamismo, mas ela rejeitou.
“Se me quiserem executar, que façam isso, mas eu não vou negar a minha fé”,disse ela ao juiz. “Eu me recuso a renunciar Jesus apenas para poder viver. Sei que seu eu quiser conservar a minha vida, e declarar-me muçulmana eu conseguira viver para poder cuidar de minha família, mas acima de tudo devo ser fiel a minha consciência”, acrescentou ela.
Daniel está impressionado com a força de sua mulher, dizendo que “nem sequer pestanejou quando ouviu sua sentença de morte.”
“Minha esposa é muito, muito forte. Ela é mais forte do que eu. Quando ouvi a sentença de morte, comecei a chorar, enquanto nossos advogados me passaram seus lenços. Mas ela permaneceu forte, não vacilou perante os juízes. Foi incrível vê-la“, disse ele.
CAMPANHA INTERNACIONAL: # SAVEMERIAM
Sua sentença de morte provocou a reação da comunidade internacional e várias ONGs, incluindo a Anistia Internacional, Christian Solidarity Worldwide e a ACLJ que estão em campanha por assinaturas e cartas às embaixadas do Sudão pedindo sua libertação imediata.
O Sudão é um país de maioria muçulmana e o Estado impõe a lei islâmica, pelo qual se condena todo comportamento fora do Islamismo. O sul do país, independente desde 2011 sob o nome de Sudão do Sul é predominantemente cristão.
http://www.dailymail.co.uk/news/article-2642088/Joy-amid-nightmare-Exclusive-picture-baby-Maya-born-barbaric-Sudanese-jail-mother-sentenced-hang-marrying-Christian-U-S-citizen.html#v-3576159921001
Oremos para que Deus venha realizar esse milagre na vida desta família! E você seria fiel como esta guerreira tem sido?
Copiado de:
http://www.cantaresnet.com.br/maya-filha-da-dor-e-esperanca-na-prisao-no-sudao/#.U4nUoUu4MtZ.blogger

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